Dos 88,5 kg, 37% de massa gorda e 21.0 de gordura visceral para 74,8 kg, 25,9% de massa gorda e 14.5 de gordura visceral — uma transformação focada exclusivamente em saúde real, conquistada aos 68 anos, através de treino estruturado, consistência e acompanhamento profissional.
Hoje, o Luís não só recuperou saúde e qualidade de vida, como deixou de ser sedentário e tornou o exercício físico numa ferramenta essencial para o seu bem-estar e longevidade.
O Processo de Transformação
O Luís iniciou o seu primeiro contacto com exercício físico já nesta fase da vida, o que representou um desafio inicial relevante:
- dificuldades motoras,
- baixa literacia de movimento,
- receio natural do treino,
- e falta de contacto prévio com qualquer rotina de exercício.
Treinou duas vezes por semana com Personal Trainer, sempre com foco em segurança, técnica, funcionalidade e progressão gradual.
A alimentação foi flexível mas controlada, ajustada de forma prática e realista ao seu estilo de vida.
O Plano de Ação do EVOLVE
O plano foi elaborado com base naquilo que realmente importa quando o foco é saúde:
- Treino de força adaptado, com grandes preocupações de mobilidade, estabilidade e prevenção.
- Progresso lento e seguro, respeitando limitações e evolução individual.
- Abordagem nutricional flexível, com consciência alimentar e disciplina moderada.
- Monitorização de indicadores físicos e clínicos, não apenas do peso.
A consistência semanal foi o segredo — nada de pressões, nada de extremismos.
O Que Fez a Diferença
Três fatores determinaram esta mudança:
- coragem para começar aos 68,
- consistência semanal,
- orientação profissional ajustada às necessidades clínicas.
O Luís provou que não existe idade limite para começar, e que a saúde é sempre um excelente motivo.
Hoje, não é apenas mais leve — é mais saudável, mais autónomo e mais confiante no futuro.
Perguntas frequentes
O Luís já treinava antes?
Não. Este foi o seu primeiro contacto com exercício físico.
Quantas vezes treinava por semana?
Duas vezes por semana com Personal Trainer.
Foi preciso mudar radicalmente a alimentação?
Não. A abordagem foi flexível, consciente e sustentável.
Qual foi o maior desafio?
As limitações motoras e a ausência total de experiência prévia com exercício.
Como se sente hoje?
Muito mais saudável, autónomo e ativo, com marcadores clínicos substancialmente melhores.